Pessoal, ontem durante o jogo participei da gravação de uma matéria para o programa Happy Hour, do GNT, que foi ao ar agora há pouco (reprise às duas da manhã de quinta pra sexta). O tema do programa foi “Aguenta coração”, e tratou, claro, de problemas cardíacos. A idéia da matéria foi monitorar o coração de um torcedor durante uma partida. Aceitei participar da brincadeira. Admito que achava que o raio não cairia duas vezes no mesmo lugar e que o Santo André não daria uma de São Caetano. Achei que venceríamos com certa tranquilidade.
Pois tomamos foi um vareio – o que poderia ter levado minha frequência cardíaca às nuvens, mas isso não ocorreu. Na verdade, já são mais de 30 anos frequentando estádios, e acredito que os batimentos só mostram picos em partidas decisivas, tipo mata-mata, ou em clássicos. Ontem, os batimentos seguiram na faixa dos 100 por minuto durante todo o monitoramento, o que revelou uma tensão constante, mas moderada, e raros picos, o maior deles foi de 133. Detalhe: a medição foi feita só durante o primeiro tempo.
Excluindo-se o resultado e a vergonhosa exibição do time, a experiência foi muito legal. Já mantenho meus indicadores sob controle, a pressão sempre se mostra OK, o colestrol está em níveis considerados ótimos, voltou a rolar um futebolzinho nos finais de semana. Tirando um pequeno excesso de volume abdominal, a máquina está em ordem.
Um grande abraço ao parmerista Bruno Knor, que indicou o Parmerista! para ilustrar a matéria, e um grande beijo às lindas Diana e Silvia. A bambística (todos têm seus defeitos) Silvia foi sempre ágil e esperta na produção, além de ser atenciosa e simpaticíssima. Diana já causou furor nos comentários do primeiro post sobre o assunto. Palestrina graças ao padrasto-titã Branco Mello e às meias listradas de um jogador que ela não soube lembrar, provavelmente goleiro, entre 87 e 89 – pode até ter sido o Leão em 86. Teve como grande ídolo na década de 90, ainda adolescente, Roberto Carlos – quem diria. Contou alguns casos de sua carreira que já não é tão curta assim, como num episódio em que quase apanhou de um monte de corintianos, no dia da final do Brasileiro de 94. Ela, alviverde a caráter. Trombou com cerca de dez gambás. Detalhe: no metrô de Tóquio.
Não fosse o que o Palmeiras aprontou, as horas poderiam ter sido bem mais felizes. Mas mesmo assim, foi muito divertido, valeu pessoal!
Imagem: mega-foto Samsung






Ah, a Dona Encrenca já, já, dá uma cadeirada em você…
dona encrenca sabe que eu faço tudo certinho, nao tem problema nao…
Comment por Macaco — 4 de março de 2010 @ 23:02
Aí eu quero ver os batimentos do Conrado, qndo estiver tomando cadeiradas da chefa!!!
Mas deve ter sido uma experiencia excelente ficar ao lado de uma pessoa linda e palmeirense!!! Só seria melhor se fosse eu la ao lado dela!
Parabens mais uma vez Conrado!
Forza Palestra!
Comment por MaRcO MaLuF — 4 de março de 2010 @ 23:10
Agora q eu vi a foto do foto-arena….
Q inveja do Conrado!!!!
Comment por MaRcO MaLuF — 5 de março de 2010 @ 0:55
Conrado,
http://tinyurl.com/y94sug5
Dê uma olhada nesta matéria da ESPN, vi este link no twiter do @forza_palestra. É por esta e outras que não vou mais ao estádio e prefiro ficar em casa com minha esposa e filhos.
Comment por daltozo — 5 de março de 2010 @ 11:46
Valeu Conrado !!! A matéria ficou ótima e repercutiu muito !!
Pena o nosso Verdão … se eu tivesse ido, meus batimentos iriam lá pra cima .. esse time ta me deixando louco!
Obrigado.
e gde. abraço.
Saudações Palestrinas.
Bruno k.
Comment por Bruno Knor — 5 de março de 2010 @ 11:54
E olha que a Diana Bouth tem um filho… imagina se não tivesse…
Comment por Eduardo turiassu — 5 de março de 2010 @ 17:54
Diana, vai comigo pra Tokio que voce nao vai apanhar, eu juro … rs
Comment por Claudio Tanaka — 5 de março de 2010 @ 18:43