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21 de fevereiro de 2010

Palmeiras 2×0 bambis

Arquivado em: Adversários — conrado @ 21:51

Vamos deixar a análise tática e técnica para amanhã. O jogo, vamos falar a verdade, foi um horror. Mas isso não importa. O Palmeiras surrou os bambis no Palestra mais uma vez, e o placar de 2×0 foi pouco, nem tanto pelo que o Palmeiras jogou, mas pelo que o time da encarnação de belzebu na Terra não jogou. Fazia tempo que eu não via um time deles tão ruim, mas tão ruim. Lembrei daquele timinho que tinha o patrocínio da Cirio, uma teta.

A torcidinha deles apanhou no ABC, e não contente com isso, parece que resolveu enfrentar os palmeirenses que absurdamente foram impedidos de comprar ingressos – o horário limite estabelecido foi 13 horas. Eu não sabia disso e só consegui o meu porque dentro do clube esse horário foi extendido um pouco mais. Uma multidão de palmeirenses ficou de fora. Provavelmente uma medida planejada, visando a confusão. Os bambis tocaiaram os palmeirenses, e segundo os relatos, apanharam de novo. Remember 1942, RUN, BAMBIS, RUN. No Palestra, não.

Quem foi pra ver jogo, viu uma pelada. Mas clássico com essa sub-raça é sempre tenso, e a qualidade do jogo acaba em segundo plano. Queremos a vitória de qualquer jeito. É guerra. Por mais que venham politicamente corretos e seus discursos de paz e etc, em jogo contra os bambis, não dá. Jamais pode se deixar de lado tudo o que essa corja já nos fez, e fará sempre que dermos brecha.

Quando Xandão foi expulso, o goleiro-canalha quase agarrou o zagueiro pelo pescoço para que ele voltasse para o campo, antes que ele fosse fazer seu showzinho de intimidação ao árbitro. É sempre daí pra baixo. A lista, todos sabem, é imensa: desde 1942, passando por Leivinha/Armando Marques, Wilson Mendonça, Sálvio, Bosco e sua pilha, gás de pimenta e tantas outras, por tudo isso, essa canalhada nunca pode se esconder atrás da cortina de qualquer sentimento de esportividade para amenizar o ódio que eles mesmos fizeram questão de despertar.

A cada vitória, principalmente no Palestra, vem o delicioso grito entalado: CHUUUUUUUUPA! Tomaram, malditos! E com dois gols do Robert!

RUN, BAMBIS, RUN!!!

*foto: Césão, o grande Periquito Verde
(explicando: o modelo da foto sou eu, logo depois do jogo, quem tirou a foto foi o Césão hehehe…)

13 de fevereiro de 2010

Muita gente pediu bordoada. Então tomem

Arquivado em: Adversários, Arbitragem, Imprensa, Jogadores, Outros — conrado @ 23:01

O que teve de jogador, juiz, bandeirinha, treinador e imprensinha que pediu pra levar bordoada nessa rodada de Carnaval… E já que pediram, o Parmerista! atende.

***

O árbitro Wilson Seneme foi um dos piores em campo. Errou na marcação de faltas, inverteu lances, atrapalhou jogadas por estar mal posicionado, autorizou a entrada de William em campo e este desarmou Pierre por trás se aproveitando da posição, e o pior erro: não marcou falta sobre Armero no lance do gol do Botafogo. Ninguém na imprensa sequer citou este erro. Os bandeiras também foram muito mal, errando impedimentos em abundância.

***

O pessoal da transmissão do SporTV está de brincadeira. O narrador, desatento, cometeu erros técnicos – que até que não seriam suficientes para prejudicar a transmissão se não tivessem a companhia do péssimo comentarista Carlos Eduardo Lino, que já fez por merecer em transmissões anteriores o apelido de Tite dos microfones por só falar o óbvio, usar tom professoral e achar que está enganando alguém. Extremamente irritante.

Mas o pior foi no pós-jogo. Muricy, na coletiva, deu mais uma justa patada num repórter mal-intencionado. Na volta para o estúdio, o filho do Didi, Marcelo Barreto, continua com seu corporativismo cínico e fazendo sua campanha covarde para queimar Muricy, o que já acontece desde o ano passado. Para o filho do palhaço, não importa se o seu coleguinha foi maldoso. Para ele, os repórteres podem tudo. No que foi apoiado na covardia por Lédio Carmona e pelo ignóbil Renato Mauricio Prado, o Rogério Ceni dos microfones.

***

Mas Muricy de fato foi mal na entrevista. Não pela patada em si. Foi justa, merecida. Mas a forma como distribuiu os afagos aos jornalistas pode repercutir mal no grupo.

Os jornalistas questionavam a competência de Robert. Ora, é óbvio que Robert está mal. Repórter que pergunta isso coloca o treinador na segunda situação: se concorda, é um treinador que queima jogador; e se discorda, é um treinador burro que não enxerga a incompetência de seus jogadores. Muricy se irritou com a maldade e desceu a ripa. Até aí, perfeito. Só que na sequência, após uma pergunta que eu não consegui entender bem, Muricy lascou: “pra você ver como eu não sou importante pra esse time; se o técnico deste time fosse você, este time não ganharia nenhum jogo”.

Aí ele foi mal. Ao escapar bem da primeira armadilha, ele se irritou tanto que caiu logo em seguida, e deu a entender que o time é muito ruim e que só ganha alguma coisa por seu próprio mérito. Talvez tenha sido uma frase infeliz no calor do momento. Mas podia ter passado sem essa. Nem Luxa diz frases tão auto-suficientes. Tomara que não deflagre nada no elenco.

***

Pra terminar a sessão “pau na imprensa“, só eu fiquei irritado com a forma com que eles manchetearam a vitória bambi sobre o Ituano? Foi 1×0, gol de pênalti. Nas manchetes e nas chamadas dos portais, parece que o goleiro-canalha foi o herói do jogo e responsável pela vitória. Quando o Palmeiras ganha por 1×0 de um pequeno com gol de pênalti de, digamos, Diego Souza, não se vê em lugar nenhum “Diego Souza dá a vitória ao Verdão”, nem “Diego Souza garante os três pontos”. As manchetes são algo como “Palmeiras sofre mas vence”, ou “Pênalti salva o Verdão”.

Rapidamente, depois de um domingo onde o goleiro de hóquei foi humilhado dentro de campo e deu um show de mau-caratismo no microfone, a força-tarefa pela recuperação de sua imagem agiu com uma lealdade canina. Dêem uma olhada nas chamadas nos principais portais. Que nojo.

***

E o Fiiiiiliiiiiiipiiiiii hem? gluglugluglu….

8 de fevereiro de 2010

Desqualificado

Arquivado em: Adversários, Futebol — conrado @ 11:14

Existe um atleta(?) que há muitos anos estraga o prazer de se ver futebol pela sua simples presença e por suas atitudes deploráveis. A lista de canalhices é longa, e inclui desde arremessar com desprezo para a arquibancada uma medalha de vice-campeão até forjar uma proposta de um time do exterior apenas para conseguir um aumento.

Esse desqualificado, que costuma se adiantar em todas as cobranças de pênalti, reclama em todos os gols que toma. Todos. Nenhuma bola é digna de penetrar sua meta sem que haja uma irregularidade. É a bola entrar e lá vai a primadona levantar o bracinho. Até em pênalti ele reclama. Ontem, ao sofrer o gol na cobrança de Neymar, irritou-se com a paradinha do menino – que o fez desabar, diga-se – e foi aos microfones destilar seu veneno. Pois o castigo veio rapidamente. Robinho, no finalzinho do jogo, o deixou de joelhos novamente, e marcou de letra o gol da vitória.

É inacreditável como ainda há discussões sobre quem é o melhor goleiro entre esse pária e nosso São Marcos. Enquanto um é idolatrado apenas pela sua própria torcidinha de balé e pela banda podre da imprensa, o outro foi um dos maiores responsáveis “apenas” por trazer mais uma Copa do Mundo para o Brasil, ao ter uma atuação destacada em toda a competição e principalmente na grande final, salvando gols que certamente mudariam o destino da partida e o dono do título. Marcos é reconhecido, assediado e admirado por torcedores de todos os times. Já o anti-desportista em questão, ao contrário, tem a antipatia de todos. E se realmente tivesse o talento que dizem ter, ele não precisaria tentar se afirmar perante os microfones a cada falha que comete, sempre botando a culpa em algo ou em alguém, principalmente nos companheiros.

O jornalista Milton Milk já teceu, em off, um comentário sobre o cidadão: “é chato pra caralho“. Pegou leve. Nem todo chato é um canalha desqualificado. Chupa, safado.

13 de novembro de 2009

É por essas e por outras…

Arquivado em: Adversários, Imprensa — conrado @ 16:50

Amigos, vejam matéria publicada agora há pouco no portal UOL, que tem a seguinte manchete: Apoiado até por corintianos, SP comemora fim de “veto” ao Morumbi na Copa

A matéria em si é para revoltar qualquer não-sãopaulino. Mas o que realmente me deixou indignado foi o seguinte trecho:

Além de se tornar unanimidade entre os governantes paulistas, a presença do Morumbi como representante de São Paulo na Copa do Mundo de 2014 também tem o apoio dos moradores do estado. Pesquisa realizada pela TNS Sport com 1700 pessoas apontou que, além dos são-paulinos, o estádio tem o respaldo da maioria dos palmeirenses e até corintianos.

CUMA??? Quer dizer que a maioria dos palmeirenses apóia que o estádio paulistano da Copa seja o Panetone? Eu truco, chamos seis, e subo em cima da mesa. A pergunta deve ter sido daquelas bem capciosas, bem disfarçadas, para virem com esse resultado fajuto. Repito: conhecendo a torcida do Palmeiras, afirmo categoricamente que essa pesquisa só pode ser mentirosa.

Mas além disso, o que eu quero saber é como vão fazer para solucionar o problema insolúvel dos estacionamentos. A não ser, claro, que entre dinheiro público. O meu dinheiro. O seu dinheiro.

É por essas e por outras que eu desencano…

6 de novembro de 2009

Não discuta

Arquivado em: Adversários — conrado @ 14:24

O Fluminense consegue ser um freguês mais espetacular que o gambá. Sim, é uma proeza. Mas eles tiveram as manhas.

Segundo dados da assessoria de imprensa do Palmeiras, no geral, as duas equipes se enfrentaram 89 vezes:
- 51 vitórias (164 GP)
- 14 empates
- 24 derrotas (129 GC).
Um verdadeiro massacre.

No Campeonato Brasileiro, foram 33 jogos:
- 20 vitórias (58 GP)
- 7 empates
- 6 derrotas (40 GC).
De novo, lavada.

Até como visitante o Palmeiras está em vantagem. Foram 42 jogos:
- 18 vitórias (60 GP)
- 8 empates
- 16 derrotas (62 GC).
Tá loco…

Vamos tentar no Campeonato Brasileiro como visitante? Também dá Verdão. Foram 18 jogos:
- 8 vitórias (27 GP)
- 5 empates
- 5 derrotas (25 GC)
Ô dó…

OK, retrospecto não ganha nada. Ano passado, nesse mesmo calor, tomamos de 3×0. Mas foi uma partida num momento atípico, quando eclodiu a panelinha que veio a nos tirar o título de 2008, a sete rodadas do fim. Éramos líderes e no final, todos sabem o que aconteceu. Nunca se esqueçam de pilantras como Leandro, Leo Lima, Alex Mineiro e Elder Granja.

A freguesia, de qualquer maneira, é indiscutível. Portanto, caso você seja uma dos raríssimos entes na face da Terra que conhecem algum torcedor do Fluminense além do Jô Soares ou do Chico Buarque, não discuta com essa pobre alma, jamais. Afinal, o freguês sempre tem razão.

5 de novembro de 2009

Cinco passos em direção ao título

Arquivado em: Adversários, Futebol — conrado @ 23:21

Faltando cinco jogos para o fim do campeonato, apenas duas equipes dependem apenas dos próprios resultados para serem campeões: Palmeiras e Atlético-MG. O Galo, embora em terceiro lugar, termina o campeonato em primeiro caso vença todas as suas partidas, dentre elas o confronto direto com o Verdão, na penúltima rodada. Já o “líder” bambi tem que secar Palmeiras e Atlético se não quiser ficar para trás, mesmo que vença as quatro partidas que lhes restam.

E é irresistível para os torcedores comparar as tabelas de cada time e avaliar quem tem os jogos mais fáceis, e quem tem os mais difíceis, para saber quem está em vantagem. Amigos, vou remar contra a maré. Apesar de ter feito até um gráfico para facilitar essa visualização, penso que a comparação jogo a jogo não faz muito sentido neste Brasileirão.

Num campeonato tão equilibrado quanto este, onde o Fluminense, último colocado, virou o jogo de forma espetacular sobre o Cruzeiro, time que está em melhor fase dentre todos, no Mineirão; num campeonato onde o Santo André, que briga contra o rebaixamento, deu um baile de bola no Palmeiras, líder e com 80% da torcida do Bruno Daniel a seu favor; não há diferença técnica flagrante a ponto de se poder classificar as partidas como mais fáceis ou mais difíceis.

Os fatores que podem ponderar esse julgamento, além dos elencos, são o mando da partida e a motivação de cada time. O fator casa é o que mais conta. Os elencos, já vimos, estão muito equilibrados. Mesmo os times que contam com craques estelares não podem se considerar favoritos contra times operários, mas com um conjunto consistente. Como não se vê nenhum time se destacando positivamente, que seria o natural quando se tem um conjunto aplicado recheado com 3 ou 4 jogadores bem acima da média, a comparação elenco x elenco não é lá muito relevante.

O aspecto motivação tem sido comentado, mas considero um equívoco. Andei ouvindo que jogar contra times na zona intermediária é melhor que jogar contra quem está brigando nas pontas da tabela, seja na de cima, seja na de baixo. É nada. Vimos o Grêmio, ontem, mesmo com o Olímpico quase às moscas, endurecer bastante o jogo contra as meninas, embora já tenha jogado a toalha nas palavras de seu próprio diretor de futebol. O que provoca isso? Primeiro é a vontade natural que alguns jogadores ainda alimentam de ganhar sempre. E tem, claro, o interesse dos terceiros, que sempre faz aparecer uma mala de alguma cor nas rodadas finais.

Ou seja, times de cima ou de baixo lutam por seus objetivos, e pelos prêmios oferecidos por suas próprias diretorias. Times do miolão lutam pelos prêmios oferecidos pelos interessados. Times que estão na disputa jogam mais nervosos, mais imbuídos, o que torna o jogo difícil. Os do miolo jogam mais soltos, o que também pode ser uma dificuldade, já que diminui bastante a probabilidade de erros por falta de controle emocional. Jogar contra times sem responsabilidade tem suas dificuldades, tanto quanto jogar contra times com a adrenalina no talo. São apenas dificuldades diferentes. #ounao…

A única coisa que dá para concluir é o óbvio: está em vantagem quem está na frente, quem depende só de si. Neste caso, é nóis memo. O fator casa deve ser aproveitado ao máximo. Porque os elencos dos adversários, a motivação que cada um trará pro jogo, esses são iguais pra todo mundo. Temos que buscar sempre vitórias, contra o Fluminense (F), Sport (C), Grêmio (F), Galo (C) e Botafogo (F). O Verdão, visitante mais bem sucedido do campeonato, tem que fazer prevalecer essa condição nessa reta final.

E não ouvi ninguém na imprensa falar: com o empate entre os bambis paulistas e gaúchos, voltamos a ter a gordurinha de poder empatar um dos cinco jogos, desde que mantenhamos o saldo acima do das meninas. Quatro vitórias e um empate, é tudo o que precisamos…

***

A primeira guerra será no domingo, no Maracanã, contra o Fluminense. Temos que buscar a vitória, e economizar essa gordurinha o quanto pudermos. Graças aos céus a tal de Copeta Sulamericana mandou o bambi-RJ para o Chile, onde jogaram agora há pouco contra a Universidad de Chile, e venceram até com certa autoridade, jogando bem. Teria sido melhor psicologicamente se tivessem sido eliminados. Mesmo assim, o desgaste físico não poderia ser maior. A perda de foco é outro fator importante. São vantagens que as circunstâncias nos trouxeram. A cereja no bolo é o calor infernal que promete cozinhar todos os miolos no Rio, domingo.

O Fluminense já vai entrar em campo meio baleado, sem sombra de dúvida. E quanto mais quente, pior para eles, que devem abrir o bico mais cedo. Muricy poderia prestar atenção nesse aspecto para traçar a estratégia do jogo. É certeza que o Fluminense, como todo time da casa empurrado por um grande público, vai forçar bastante nos primeiros quinze minutos. O Palmeiras tem que se poupar, induzir o adversário a se desgastar o máximo possível, e aguentar a pressão, sem tomar gols. Sem a bola, bem fechadinho. Com a posse, seria interessante que o Verdão rodasse bastante a bola, forçando os cariocas a correr, correr, correr… E forçar as faltas nas laterais para buscar o gol nas bolas paradas, aproveitando a ótima fase de Figueroa nas bolas alçadas.

Mas ficar só se defendendo não está no DNA do Palmeiras. A idéia seria que a partir dos 30, 35 minutos, quando o Fluminense tiver botado a gravata vermelha, o Verdão pode alterar a tendência e armar uma correria bruta pra cima deles, e sufocá-los com uma marcação meia-pressão – ou até pressão completa, pegando-os de surpresa. Pra  nocautear. Se o plano der certo, vamos pro segundo tempo em vantagem, e aí basta repetir a estratégia Muhammad Ali, que o desespero dos cariocas fará o resto, principalmente se os outros placares ajudarem a desanimá-los ainda mais.

E que não esqueçam de marcar o Conca! Se o Pierre puder jogar, não tem nem o que pensar… Já chega o que passamos com o Pet.

Esse é o panorama que espero no primeiro dos cinco passos em direção ao título. Estaremos lá conferindo, rezando pra que o sol esteja quente, muito quente. O ingresso já está na mão. Chega logo, domingo!

Noite tensa

Arquivado em: Adversários, Arbitragem, Imprensa — conrado @ 0:46

A noite foi realmente tensa por conta do jogo das mocinhas no Olímpico, contra o Grêmio. Depois de sair na frente, o bambi-RS resolveu entregar a rapadura para suas co-irmãs do “eixo”. No lançamento para o Hernanes, a bola não deveria ter chegado nele. A marcação afrouxou, e ela chegou. No cruzamento do Hernanes para o Dagoberto, a bola deveria ter sido cortada pelo zagueiro do lado direito. Ele subiu uma gilete do chão, e o Dagobambi matou a bola. A boneca chutou pro gol, fraco; Victor estava nela tranquilamente. Mas aí o Rafael Marques resolveu meter o pé na bola e desviou, e a bola foi pro gol. Impressionante a sequência de erros para elas fazerem o gol, vai ter rabo assim no inferno…

Souza, conforme esperado, não jogou absolutamente nada, até chute de frente pro gol sem marcação ele errou de forma bisonha. Mas Tcheco e Maxi Lopes jogaram muito. Os bandeirinhas trabalharam bem, mas o juizão fez bobagem. E já me antecipo: não acho que ele foi mal-intencionado, apesar de frear o jogo do Grêmioa  toda hora. Ele é ruim, atrapalhado mesmo. Uma espécie de Djalma Beltrami mais humilde. Não deu um pênalti claríssimo aos 30 do segundo tempo para o Grêmio, mas na sequência expulsou 3 jogadores do bambi-SP, todos merecidos. Se estivesse de sacanagem poderia ter ignorado pelo menos duas expulsões.

Mas o que chama atenção foi a violência com que Dagoberto e Jean entraram sobre os adversários. Agora eu quero ver se o Paulo Scmitt vai cacarejar. O papel do STJD é julgar os lances onde efetivamente há expulsão. E essas entradas no jogo de agora há pouco não devem em nada para a do Danilo sobre Jorge Henrique.

O procurador-canalha já andou dizendo por aí que vai “analisar” a fita do Derby para poder punir Danilo. E agora, pilantra? Quero ver o critério. Aliás, o site Palmeiras Todo Dia já pinçou duas jogadas semelhantes cometidas pelo mesmo Dagoberto, e outra por Renato Silva, onde os jogadores também não foram expulsos, e o Palhaço Schmitt não cogitou suspendê-los.

Pois se ele quer suspender o Danilo, não terá como não suspender os dois bambis pelo mesmo motivo. E ele não contava com esse jogo de Porto Alegre. Vai ter um monte de fita pra analisar, seu babaca, sendo as duas últimas as únicas em que deveria se mexer: as jogadas onde houve expulsão. Porque se os árbitros das partidas não julgaram que as jogadas eram para expulsão, não deveria ser um bastardo engravatado que vai sobrepujar as alçadas dos trios de arbitragem.

Voltando ao nosso campeonato, o bambi-SP abriu um ponto, com um jogo a  mais. Mas o Palmeiras ainda precisa vencer o jogo contra o bambi-RJ no domingo se quiser se manter garantido na ponta ao fim da rodada, já que um empate dará a chance ao Atlético de reassumir a ponta. O legal é que o Palmeiras joga domingo e logo depois, na quarta, enquanto as bonecas só jogam no outro domingo. Ou seja, numa projeção otimista, daqui a uma semana poderemos ter aberto cinco pontos sobre as mocinhas, e jogamos toda a pressão sobre elas, que vão pegar o Vitória bastante desfalcadas.

Mas o que eu quero mesmo é ver a imprensinha pressionando o procurador-palhaço. Quero ver agora!

Mas a julgar pelas manchetes pós-jogo, podem esquecer. O tom é de empate heróico, como se tivessem jogado com oito o jogo todo, e não por apenas alguns minutos, e ignorando o erro clamoroso de não dar o pênalti que mudaria o resultado do jogo.

Já pensaram na seguinte manchete:
Ajudado pela arbitragem, São Paulo só empata e dá chance para Palmeiras abrir

Acorda blogueiro… Vejam as reais:

Com três a menos, São Paulo empata com o Grêmio e lidera
Líder de novo: São Paulo empata com o Grêmio, passa o Palmeiras e põe pressão
Com três expulsos, São Paulo empata com Grêmio e lidera
São Paulo empata com o Grêmio, mas volta à liderança

Bando…

3 de novembro de 2009

Já era esperado…

Arquivado em: Adversários, Imprensa — conrado @ 11:09

A palhaçada está completa. Depois de tirar o artilheiro e o goleiro titular do jogo contra o São Paulo, o presidente do Barueri agora resolveu reintegrar os dois atletas ao grupo. Como já era esperado. E provavelmente não vai querer explicar isso pra ninguém.

Nem adianta tentar entrar nos aspectos lógicos da coisa. Procurar por alguma coerência, por alguma sensatez na sequência de decisões, é pura perda de tempo.

E a imprensa continua calada. Apenas relata o fato placidamente, como se os dois tivessem sido suspensos por cartões amarelos ou estivessem voltando de contusão. No máximo atribuem ao presidente do Palmeiras uma “desconfiança”, ainda dando o benefício da dúvida ao transgressor.

Cadê os arautos da moralidade nessa hora? Cadê os indignados?

Bando…

30 de outubro de 2009

Sexta-feira, véspera de feriado, início da noite…

Arquivado em: Adversários, Futebol — conrado @ 23:56

Não poderia haver momento mais apropriado para que viesse à tona um fato inusitado que afetará diretamente a rodada deste final de semana do Campeonato Brasileiro.

O presidente do Barueri, Marcos de Almeida, decidiu suspender os atletas Val Baiano e Renê, e os mesmos não entrarão em campo amanhã para enfrentar o… São Paulo.

Mas dizer que o time do Jardim Leonor está diretamente envolvido seria leviandade, certo?

Então OK. Não direi.

Antes de prosseguir com o fato, vamos abrir parênteses para a eterna discussão sobre a validade da chamada mala branca. Há quem diga que quem aceita dinheiro para ganhar, aceita dinheiro para perder. Considero isso uma falha de avaliação enorme, isso partindo do pressuposto que quem diz isso está dando seu parecer honestamente.

Ora, aceitar dinheiro para perder vai no sentido contrário do princípio da competição, já que quem compete, compete para vencer. O conflito ético é evidente. Por outro lado, se há um terceiro interessado num resultado, e ele incentiva um time envolvido para que ele aumente sua motivação para ganhar, pessoalmente não vejo aí qualquer conflito – os doutores no assunto, se tiverem algo a acrescentar no raciocínio, sintam-se à vontade.

Mas há quem argumente que a mala branca é ilegal porque não consta da contabilidade de quem ofereceu, e que só poderia vir de caixa 2, o que caracterizaria a ilegalidade. Penso que, caso seja ponto pacífico que a mala branca não fere qualquer princípio ético, ela poderia ser, sim, declarada na contabilidade de quem a oferece. E assim teríamos a legalidade da prática formalmente estabelecida e o fim das polêmicas, o que seria um motivo a menos para vender jornal.

Isto posto, podemos voltar à curiosa decisão do presidente do Barueri.

Se o caso é uma punição, não seria o caso de multá-los? Tirá-los do jogo de amanhã não enfraquece o Barueri? No que o grupo do Barueri é beneficiado com a ausência de seu artilheiro e de seu goleiro titular?

Questionado, ele alegou que pretendeu, com a atitude, preservar os atletas. Mas preservar de que mesmo? Alguém pode explicar no que eles serão preservados já que isso só aumentou a polêmica sobre eles?

E por que ainda há a indefinição quanto à aplicação de multa? Isso depende de que? Afinal, tirá-los do jogo é punição ou não? Quer preservá-los ou puni-los?

E por que ele ficou tão irritado quando perguntado pela repórter Joanna de Assis sobre as razões que o levaram a essa decisão? Por que disse, logo após tentar explicar a atitude sem sucesso, que não iria discutir isso com ela, que eles não iriam jogar e pronto? Por que fugiu do assunto ao ficar acuado?

E por que isso aconteceu praticamente na calada da noite, exatamente numa véspera de um jogo contra o São Paulo? Por que essas coincidências atingem tão cruelmente o tricolor, sempre? Justamente o time que acabou de fechar um negócio com o Barueri, e que por isso, tirou mais um jogador da partida de amanhã, o misteriosamente contundido Fernandinho…

26 de outubro de 2009

Parabéns a você

Arquivado em: Adversários, Futebol — conrado @ 13:50

No longínquo 26 de outubro de 2006, o Palmeiras perdia por 1×0 para os gambás, gol de Marcelo Mattos. De lá para cá, foram seis jogos (podiam ter sido mais se eles não tivessem caído de divisão…), com cinco vitórias do Palmeiras e um empate, dez gols do Palmeiras e só um deles.

Relembre o que acontecia no mundo da última vez que eles ganharam da gente…

E que o time amplie essa marca no próximo domingo!

1 de outubro de 2009

Capachinhos dos bambis

Arquivado em: Adversários — conrado @ 21:26

Que o Santos ultimamente vem servindo de capacho do SPFW em todos os posicionamentos políticos ultimamente, já sabemos. As razões para isso ainda me são obscuras, talvez alguém consiga esclarecer nos comments. Mas o que vemos é o produto final, e o Santos atualmente parece ter uma enorme cauda de sereia presa em algum portão bambi.

Essa de não liberar os ingressos para a torcida do Palmeiras é inacreditável. Ultrapassa qualquer limite de rivalidade e afeta as relações “diplomáticas” entre os clubes. Tudo sendo feito no sentido de prejudicar o Palmeiras. Se tem a ver ou não, sei lá, mas tem um clube aqui do estado que está adorando isso.

Não tem problema. Estou vendo na Internet uma mobilização intensa no sentido de invadir o setor Visa daquele aquário malcheiroso. Provavelmente teremos um belo reforço no setor, especialmente no S7, e nossa torcida poderá torcer tranquilamente – a conferir. O ingresso no setor custa razoáveis R$55.

Esperamos de nossa diretoria um tratamento igual para a torcida deles no próximo jogo no Palestra – ou no Pacaembu, ou em Marte, seja lá onde mandaremos nosso próximo jogo contra esse timinho provinciano que teve a sorte de um dia contar com um certo Edson em suas categorias de base. Hoje, ainda vive das migalhas da passagem de Pelé pelo clube, mas nessa nova ordem do futebol nacional, o time que não consegue nem colocar 10 mil pagante em média por partida deve seguir o caminho do Fluminense, do Atlético-MG e do Botafogo, e fundar uma confraria de times ex-grandes. É o destino de quem se presta ao papel de ser capacho do SPFW.

21 de setembro de 2009

Duelo quarta deve ser tenso

Arquivado em: Adversários, Futebol, Jogadores, Torcida — conrado @ 10:17

Apesar de toda a pressão que a imprensa planejou que fosse estar sobre o Palmeiras ter se dissipado com os resultados da rodada, o jogo da próxima quarta no Mineirão promete ser muito tenso. O climão começou na semana passada, quando Fabrício, sabe-se lá se provocado por algum jornalista ou se por vontade própria, desatou a chorar a respeito de Diego Souza, de quem levou uma mãozada no ano passado. Como futebol é pra homem, essas coisas acontecem – o atacante do time dele, o grande Kleber, que o diga. Mas Fabrício acusou Diego de dar cotoveladas, socos e rasteiras. Ô loco, se ainda fosse o Domingos… Diego respondeu moderadamente. Na medida certa, eu diria. Disse que não vai jogar como mocinha. Se Fabrício parecia estar amedrontado com a primeira declaração, agora deve ter ficado com diarréia. Mas a melhor tirada de todas foi do próprio Kleber, que declarou que Fabrício e Diego se dariam bem no mesmo time, os dois tem comportamentos muito parecidos. Que figura!

***

Mas Kleber não parou por aí. Afastado dos jogos há cinco rodadas devido a uma pubalgia, K30 esteve na capital paulista este fim-de-semana e aproveitou pra dar uma passada na quadra da Mancha, onde foi realizado um torneio de futebol society… E ELE JOGOU…! Que Kleber quer voltar ao Palmeiras, não é segredo pra ninguém, embora ele não possa admitir isso em público. Mas essa foi cirúrgica, não podia ter havido aparição mais propícia. Seu empresário deve ter ficado maluco, e Kleber parece não estar nem aí. Já pensaram, ano que vem, Valdivia/Love/Kleber? Sai da frente gambazada!*

Voltando ao próximo jogo, Muricy tem usado o 4-4-2 nos últimos treinos táticos. Convencido que o elenco não tem três zagueiros em condições de fazer a última linha, e que insistir em trocar um meio-campista por um zagueiro ruim só aumenta a ruindade da defesa e do time, agravado com a constatação de que nossos laterais/alas não são bons no apoio, Muricy cede aos fatos e, para alegria da maioria da torcida, restaura o 4-4-2 usado na melhor fase do time no ano.

***

Tá tudo conspirando. A quarta promete ser inesquecível. Se o Verdão voltar de Minas com os três pontos na bagagem, como fez ano passado, tem tudo para abrir uma boa distância nas próximas rodadas. Terminamos o período difícil do calendário, e é perfeitamente possível amealhar pelo menos oito vitórias nos dez jogos seguintes, é só olhar a tabela. Embalando na hora certa, a reta final vai servir só para administrar a vantagem. O jogo quarta, então, é fundamental. Vamos todos torcer juntos lá no Boleiros. Vejo vocês lá!

* O grande Eder, leitor assíduo, reproduziu nos comments uma nota oficial da Mancha onde a torcida esclarece que a notícia sobre a participação de Kleber no evento não foi bem como saiu no Lance! e como este blog comentou. Entre acreditar no Lance! ou na Mancha, fico com esta, mesmo que seja apenas para preservar Kleber diante do atual time. A verdade verdadeira, só sabe quem esteve lá…

8 de setembro de 2009

O bambi subiu no telhado

Arquivado em: Adversários — conrado @ 14:22

Agora vamos ver se esses bambis são bons de lobby mesmo. Segundo Renato Ribeiro, da Globo, o secretário-Geral da Fifa declarou que o país ainda não tem nenhum estádio em condições de receber a Copa, e a maior preocupação é com o panetone, e que a capital paulista deve começar a se preocupar em desenvolver um novo projeto de estádio para a Copa. Vejam o vídeo.

Cala a boca, Dengoso

Arquivado em: Adversários, Imprensa — conrado @ 13:30

O escafandrista de aquário, o anão Dengoso, resolveu fazer gracinhas pra imprensa de novo. Rebolando sem parar, levantou suas suspeitas sobre a lisura do Palmeiras devido ao pênalti erradamente marcado por Cleber Abade no jogo de sábado, conforme matéria publicada no blog de um dos repórteres daquela rádio – confira aqui. Pois Toninho Cecílio, gerente de Futebol do Palmeiras, respondeu na mesma emissora. Confira abaixo, e desculpem o baixo nível do programa, principalmente no segundo áudio.

Áudio 1

Áudio 2

6 de setembro de 2009

Cantiga infantil

Arquivado em: Adversários — conrado @ 16:57

Já dizia o velho reclame do Gelol: “Não basta ser pai, tem que participar“.  Checando o boletim trimestral da minha pequena Cecilia, de 2 anos e meio, verifiquei uma música em especial que ela aprendeu: “Nãããão atire o pau no gato-to/blábláblá/…não maltrate os animais”.

Até entendo a preocupação das escolinhas de hoje em ensinar valores mais bem apurados, e tratar bem os animais faz parte deles. Mas essa eu achei um exagero. Afinal, desconheço algum dos meus amiguinhos da escolinha que tenha virado um serial killer de animais por causa da tradicional cantiga infantil. Até que saíram uns meio maluquinhos, mas não por causa da velha “Atirei o pau no gato“.

Fico pensando se não é por esse “excesso de zelo” é que verificamos o atual crescimento da torcida bambi. Essa frescuraiada toda na escolinha, na chamada tenra idade, faz com que as crianças acabem saindo mais… digamos… delicadas.

Como a Cecilia é uma menininha, não fico preocupado por ela. Mas na condição de palmeirense, fico preocupado, sim. Temos que ficar atentos com a renovação da nossa torcida, mas desse jeito, a torcida bambi vai crescer exponencialmente. Bem que Casares disse que a torcida delas seria a maior do Brasil em pouco tempo. É mais uma megaconspiração comandada pela diretoria do SPFW. Eles são danados!

Bom, essa molecada cresce. Aí fazem uma versão mais personalizada ainda da tradicional cantiga. Começa mais ou menos assim:

31 de agosto de 2009

Ô gente sem vergonha!

Arquivado em: Adversários — conrado @ 23:05

Ontem tivemos mais algumas evidências de que aquela pocilga que recebeu o jogo do Palmeiras não é digna nem de ser palco de jogos do Campeonato Brasileiro. E o bebum do presidente delas ainda diz que tem 84% das exigências do caderno de encargos da Fifa atendidas. Tá de brincadeira…

O estacionamento, para quem não quis se arriscar a deixar o carro na rua e fatalmente tê-lo danificado, furtado ou roubado, não saía por menos de 40 reais. Os flanelinhas nas ruas cobravam quase isso. E tanto nos estacionamentos, como nos terrenos convertidos para tal, como na rua, não havia a menor garantia de coisa alguma (valeu Téo, pela foto).

Para entrar, outro caos, principalmente do lado das fofoletes. Os relatos informam que às 16 horas, quando o jogo se iniciou, cerca de 6 mil bambis ainda estavam do lado de fora. Isso pôde ser comprovado visualmente do lado de dentro. Eu mesmo tuitei minutos antes do início do jogo desdenhando da presença da torcida delas. De fato, conforme o jogo se desenrolava, muita gente entrou.

No nosso setor Visa, as cordas que separam da torcida bambi do mesmo setor estavam mal colocadas, quem tinha comprado cadeira na última coluna não podia se sentar, já que a corda não dava espaço, e também não era permitido ficar em pé em lugar nenhum. E vai lá tentar mexer na corda pra você ver. Vinha um PM com o capacete igual à camisa bambi com o cassetete em mãos com aquela doçura habitual, solicitando gentilmente para que não tocasse na sagrada corda.

O banheiro do Visa era nojento, mas ainda dava pra tentar se aliviar de alguma forma. Pior foi quem estava na nossa arquibancada. Segundo relatos, não havia lanchonete disponível para nossa torcida. Os bambis preferem não ter lucro, se for pra judiar da nossa torcida, privando-a de comida e bebida. Mas pra quem já esburacou o gramado às vésperas de uma final de Brasileiro, isso também não é grande coisa.

Do lado bambi, mais coisa errada. Acho que até pela TV deu pra notar que o setor térreo, na beira da linha lateral do lado oposto à nossa torcida, estava desocupado no primeiro tempo. Estão reformando o local, provavelmente é aquela academia onde os bambis vão assistir os balés dos quero-queros enquanto deixam o bumbum durinho. Pois no segundo tempo, o local, cheio de entulho e restos de material de construção, foi invadido pelo pessoal da numerada, que assistiu o jogo de lá. Primeiríssimo mundo!

Pra encerrar com chave de ouro, a PM reteve o pessoal da arquibancada palmeirense por absurdos 50 minutos após o fim do jogo, enquanto um maldito helicóptero pairava o tempo todo com focos de luzes sobre o nosso lado de saída, ensurdecedor, vigiando todos os passos de cada torcedor. Me senti um marginal.

Esse é o tratamento que se dá ao torcedor que quer assistir a um jogo de futebol naquilo que as mocinhas chamam de estádio. É nesse lugar que querem fazer uma Copa do Mundo. É nesse lugar que querem enterrar mais dinheiro público. Ô gente sem vergonha!

27 de agosto de 2009

Notícia espetacular gera concurso no Parmerista

Arquivado em: Adversários — conrado @ 20:11

De acordo com o globoesporte.com, o espetacular peteleco do Dentinho no Dentão é notícia. Juro. Não acredita?

OK, eu também não acreditaria. Então clique aqui.

A foto é bizarra. De olhar pra lata dos gambazentos, você não diria que o que o mais pobrinho dos dois ganha em um mês é mais do que você suporia que os dois juntos ganhariam na vida toda. Débi e Lóide são fichinha.

Enfim, essa é a notícia do Timão Ê Ô de hoje.

Ajude este parmerista, e sugira balõezinhos para colocarmos nessa foto. A melhor sugestão, além de publicada, vai ganhar um brinde especial. Do Marcos Kleine, claro.

26 de agosto de 2009

Projeto

Arquivado em: Adversários — conrado @ 21:48

Para não dizer que é implicância nossa, gostaria de apresentar um projeto que eu mesmo fiz para que o estádio do Jardim Leonor possa ser coberto a fim de receber os jogos da Copa do Mundo. Vejam uma das telas do meu projeto, feito em quatro dimensões.

Caso a diretoria tricolor se interesse, por favor, envie o e-mail para parmerista@gmail.com. Cobro bem baratinho, não será necessário tungar nenhum cofre público…

Nem a pau, Juju, seu sacana..

Arquivado em: Adversários — conrado @ 20:31

Essa de fazer uma academia no panetone e dizer que por isso aquela pocilga se credencia cada vez mais para receber a Copa de 2014 é um delírio de bêbado do senhor Juvenal Juvêncio. Mas essa cretinice não pegou mal só aqui entre os palmeirenses não…

Esta semana surgiram mais dois textos, não de torcedores como nós, mas de pessoas mais abalizadas a falar sobre o assunto, tanto no aspecto político como técnico. Confiram aqui e aqui.

O cerco vai se fechando, a sociedade está atenta e não vai tolerar mais uma farra com nossos impostos para favorecer uma entidade privada.

REFORMA NO PANETONE COM O MEU DINHEIRO?
NEM A PAU, JUVENAL!!!

25 de agosto de 2009

Enquanto isso, no Jardim Leonor…

Arquivado em: Adversários — conrado @ 2:34

O desespero toma conta dos cartolas da bambilândia. Agora as fofuras anunciam, de peito estufado, que fecharam um acordo com uma rede de academias de ginástica um projeto para transformar o patético anel inferior numa extensa academia, “com visão para o campo”. Uau! Quem não sonha em assistir o balé dos quero-queros na relva enquanto queima as gordurinhas correndo numa esteira? Quem não daria a vida para contemplar profissionais de aparamento de grama sarados e definidos fazendo sua labuta semanal enquanto pedalam vigorosamente numa ergométrica?

Assim, os dirigentes bambis  concluem, sabiamente, que estão dando mais um enorme passo para provar à Fifa que eles têm, de fato, um estádio à altura de receber a abertura da Copa de 2014. Gentem, estádio com academia!!! A imprensinha adorou a novidade. Clube-modelo e organizado é outra coisa.

Eu queria mesmo é saber como essa fan-tás-ti-ca parceria vai resolver o problema da falta de estacionamentos no entorno do estádio, como exige irrevogavelmente o caderno de encargos da entidade, e que o panetone está longe, longe de resolver, a não ser que consiga mais uma maracutaia com o poder público usando o dinheiro do meu e do seu imposto, como fizeram com o de nossos avós há mais de quatro décadas.

Só que há quarenta e tantos anos, os meios de comunicação eram direito de poucos. Hoje, a tecnologia permite que qualquer cidadão consiga tornar pública a fiscalização para evitar essas falcatruas. E a prevenção a mais uma farra no Jardim Leonor conta com um exército de respeito na Internet, que cresce a cada dia. Este soldado está à disposição.

MORUMBI, NÃO!!!

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